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Apenas uma das 4 execuções planejadas para o Tennessee em 2026 foi concluída sem incidentes, diz jornal

Nos Estados Unidos, uma mulher condenada à morte sobreviveu a duas tentativas de execução. O caso reacendeu o debate sobre a aplicação desse tipo de pena. As reviravoltas no caso de Christa Pike, hoje com 50 anos, tomaram conta dos jornais americanos. O governador negou o pedido de perdão da pena de morte na última segunda-feira (28) e a execução foi marcada para quarta-feira (30). Mas, menos de d

Por Redação Publicado em 1 de outubro de 2026 às 21:10 2 min de leitura

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Apenas uma das 4 execuções planejadas para o Tennessee em 2026 foi concluída sem incidentes, diz jornal
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Nos Estados Unidos, uma mulher condenada à morte sobreviveu a duas tentativas de execução. O caso reacendeu o debate sobre a aplicação desse tipo de pena.

As reviravoltas no caso de Christa Pike, hoje com 50 anos, tomaram conta dos jornais americanos. O governador negou o pedido de perdão da pena de morte na última segunda-feira (28) e a execução foi marcada para quarta-feira (30). Mas, menos de duas horas antes, a Justiça suspendeu a aplicação da pena para analisar um pedido da defesa. A procuradoria recorreu. E, no fim do dia, a Suprema Corte americana liberou a execução novamente.

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Na quarta-feira (30) mesmo, Christa sobreviveu às duas tentativas de execução com injeções letais. Ela tinha 18 anos quando, por ciúmes, torturou e matou uma colega a facadas no Tennessee, em 1995. Christa Pike foi levada a um hospital e, de acordo com os advogados, está em estado crítico. Segundo a defesa, ela sentiu dores na hora das injeções e disse que o braço parecia que ia explodir.

Mulher condenada à morte sobreviveu a duas tentativas de execução

Jornal Nacional/ Reprodução

Ativistas e advogados que são contra a pena de morte alegam que o método com injeções letais prolonga o sofrimento e que a Constituição americana proíbe penas cruéis contra condenados.

O Departamento Penitenciário afirmou que seguiu todos os protocolos do estado. O governador do Tennessee, Bill Lee, abriu uma investigação e determinou a revisão dos protocolos.

O caso de Christa Pike fez o Tennessee a cancelar outra execução prevista para 2026. Segundo o jornal “The New York Times”, apenas uma das quatro execuções planejadas para o Tennessee em 2026 foi concluída sem incidentes.

A pena de morte é legalizada em 27 dos 50 estados americanos.

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