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Balsas do litoral de SP terão nova operadora e 41 embarcações elétricas

Travessia Santos-Guarujá é considerada a maior do mundo em número de veículos transportados Divulgação/DH As travessias por balsas da Baixada Santista e do Vale do Ribeira passarão a ser operadas pela concessionária AcquaVias a partir de 9 de novembro. A parceria público-privada (PPP), com duração de 20 anos, prevê R$ 2,5 bilhões em investimentos e a aquisição de 45 novas embarcações, sendo 41 elé

Por Redação Publicado em 10 de outubro de 2026 às 10:07 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Balsas do litoral de SP terão nova operadora e 41 embarcações elétricas
Publicado originalmente por [fonte]

Travessia Santos-Guarujá é considerada a maior do mundo em número de veículos transportados Divulgação/DH

As travessias por balsas da Baixada Santista e do Vale do Ribeira passarão a ser operadas pela concessionária AcquaVias a partir de 9 de novembro. A parceria público-privada (PPP), com duração de 20 anos, prevê R$ 2,5 bilhões em investimentos e a aquisição de 45 novas embarcações, sendo 41 elétricas.

A mudança foi confirmada pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) em publicação no Diário Oficial do Estado de segunda-feira (5).

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Concessão abrange 14 linhas

A concessão abrange 14 linhas de travessias hídricas no estado de São Paulo, incluindo serviços na Baixada Santista e no Vale do Ribeira. Atualmente, o sistema é administrado pelo governo estadual, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil).

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Novas balsas e modernização

Além das 45 novas embarcações, o projeto prevê a requalificação e a ampliação de 20 terminais, além da construção de novas estruturas de manutenção.

Também estão previstas a implantação de sistemas de cobrança automática, controle operacional e segurança. Segundo o projeto apresentado pelo governo estadual, a modernização busca ainda reduzir as emissões de poluentes no transporte aquaviário.

Como funcionará a transição

Nos três primeiros meses, a operação será assistida, com supervisão da Semil e acompanhamento da Artesp. O período de transição servirá para monitorar a prestação do serviço durante a mudança de gestão.

Com a parceria público-privada, a AcquaVias ficará responsável pela operação do sistema e pelos investimentos previstos em contrato. O governo estadual continuará responsável pelo acompanhamento e pela fiscalização do serviço por meio dos órgãos competentes.

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