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Carro é apreendido pela Polícia Federal em Campina Grande em ação contra desvios de recursos milionários da saúde

Delegacia da Polícia Federal, em Campina Grande, Paraíba. Jackson Rondineli/TV Paraíba A Polícia Federal apreendeu um veículo em Campina Grande, durante uma operação para desarticular um esquema criminoso investigado por desvios milionários em recursos públicos federais destinados à área da saúde, nesta quinta-feira (8). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp A operação da PF e da

Por Redação Publicado em 8 de outubro de 2026 às 19:55 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Carro é apreendido pela Polícia Federal em Campina Grande em ação contra desvios de recursos milionários da saúde
Publicado originalmente por [fonte]

Delegacia da Polícia Federal, em Campina Grande, Paraíba. Jackson Rondineli/TV Paraíba

A Polícia Federal apreendeu um veículo em Campina Grande, durante uma operação para desarticular um esquema criminoso investigado por desvios milionários em recursos públicos federais destinados à área da saúde, nesta quinta-feira (8). ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp

A operação da PF e da Controladoria-Geral da União (CGU) cumpriu cinco mandados de prisão preventiva, além de mandados de busca e apreensão. Os municípios que tiveram ações da Operação Coaptação foram: Fortaleza, Caucaia, Eusébio e Tauá, no Ceará, e Campina Grande, na Paraíba.

De acordo com a Polícia Federal, em Campina Grande, a apreensão foi de um veículo do modelo Ranger, no bairro Catolé. A PF não divulgou a identificação do alvo da Paraíba e nem qual é a suposta relação com o esquema. Os alvos também são suspeitos de praticar crimes de lavagem de dinheiro, corrupção, organização criminosa e fraude documental.

As medidas, autorizadas pela Justiça, incluem 24 mandados de busca e apreensão, além do sequestro de 38 imóveis e 82 veículos que seriam vinculados às pessoas investigadas. Os alvos são pessoas físicas e jurídicas, que também tiveram quebra do sigilo bancário e fiscal.

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As investigações começaram após a identificação de movimentações financeiras suspeitas envolvendo saques de dinheiro em valores elevados. A apuração levou aos indícios de um esquema suspeito de usar empresas de fachada e documentos falsos para desviar recursos vindos de contratos públicos celebrados por entidades do setor da saúde.

Conforme a Polícia Federal, a principal empresa investigada recebeu mais de R$ 1 bilhão em recursos públicos de origem federal repassados, entre 2007 e 2025, tendo celebrado contratos com entes subnacionais (ligados a estados ou municípios).

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