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quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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O custo da desorganização: o impacto dos pedidos descentralizados

Um funcionário precisa de um notebook novo, o RH precisa aprovar uma contratação e a manutenção precisa consertar um ar-condicionado. Quando esses pedidos chegam por canais diferentes e desconectados, sem registro e prazo organizado, ninguém sabe ao certo quem está, e se está, resolvendo cada um deles. Comunicação descentralizada é um gargalo Depender de processos manuais gera retrabalho e informa

Por Redação Publicado em 8 de outubro de 2026 às 13:07 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

O custo da desorganização: o impacto dos pedidos descentralizados
Publicado originalmente por [fonte]

Um funcionário precisa de um notebook novo, o RH precisa aprovar uma contratação e a manutenção precisa consertar um ar-condicionado. Quando esses pedidos chegam por canais diferentes e desconectados, sem registro e prazo organizado, ninguém sabe ao certo quem está, e se está, resolvendo cada um deles.

Comunicação descentralizada é um gargalo

Depender de processos manuais gera retrabalho e informação perdida, mesmo quando cada canal usado parece prático isoladamente. Sem processos claros, o gestor perde a visibilidade sobre quem está sobrecarregado e onde estão os atrasos, o que compromete a tomada de decisão no dia a dia. O próprio funcionário responsável pelos atendimentos também se perde diante do volume de demandas, sem uma lista organizada por prioridade ou prazo para se orientar. Pellissari/Divulgação.

E quando centralizamos?

A mesma central que organiza os pedidos de TI pode atender também RH, financeiro, facilities e jurídico, reunindo canais como e-mail, WhatsApp e telefone em um único fluxo. O colaborador continua pedindo pelo canal que preferir, mas toda solicitação passa a ser rastreável, com responsável e prazo definidos.

Automação e indicadores na palma da mão

Com fluxos de aprovação automatizados e prazos monitorados por acordos de nível de serviço, o gestor passa a contar com dashboards em tempo real para acompanhar a operação.

O Grupo DPSP, rede com 1.700 lojas, é um exemplo prático desse ganho de visibilidade. Hoje a operação já soma mais de 1,6 milhão de tickets abertos na ferramenta, com mais de 30 mil usuários utilizando o sistema intensivamente. Segundo profissionais de TI do próprio grupo, o GLPI é essencial para que a empresa saiba exatamente o que acontece em seu ambiente, justamente por trazer números concretos para a gestão. Pellissari/Divulgação.

Implementar ferramentas isoladas é insuficiente se não houver uma base sólida de governança corporativa. Como parceira estratégica da Teclib no Brasil, a Pellissari utiliza o GLPI em sua rotina operacional, aliando vivência e conhecimento técnico para estruturar fluxos de trabalho que resultam em eficiência e previsibilidade para o negócio.

Pellissari/Divulgaçã

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